Ben

29 ago

Chega no final de dezembro o Ben.

Ele já tem um rostinho com traços bem definidos (e eu acho que é a cara do pai).

Qual o tamanho do amor?

17 jun

O amor mede 6,8 centímetros da cabeça até o bumbum.

Mas cresce com a mesma velocidade com que cresce a felicidade aqui dentro.

É um menino e chega no próximo verão.

Um ciclo que se fecha…

27 abr

Em 1992, meu pai construiu uma casinha de madeira com três quartos, sala de estar e jantar conjugadas, cozinha e banheiro, onde ele iria morar com minha irmã mais velha e meu irmão (na época tínhamos só um irmão, hoje temos 2). Mais pais estavam há cinco anos separados, e eu, minha irmã gêmea e outra irmã morávamos com minha mãe.

Alguns anos depois, hoje é confuso na minha memória, mas acho que eu tinha uns 13 anos, aconteceu uma coisa bem complexa nas nossas vidas, e fomos todos morar com meu pai. Éramos então meu pai e cinco filhos adolescentes (entre 13 e 18 anos) morando em uma casa de 3 quartos e 1 banheiro. Hoje, olhando pra trás, parece que foram ao mesmo tempo tempos muito difíceis e muito felizes.

Éramos 5 adolescentes que se odiavam, como todo irmão, mas que tínham uma cumplicidade gigantesca. Como todas as famílias, temos uma série de bordões que foram criados naquela época e que até hoje nos fazem rir. E que nem adiantaria contar aqui, vocês não iriam entender.

Em 1995 (vocês já repararam que quando a gente é criança, adolescente, parece que os anos são muito mais longos? Vejam bem, entre 1992 e 1995 parece que aconteceram muito mais coisas do que entre 2009 e 2012!) minha irmã engravidou, minha mãe precisou, e chegamos a um ponto em que morávamos todos nessa casinha (sim, meus pais separados dividiam a mesma casa, vai entender).

Por morarmos perto da praia, nossa casa era destino obrigatório da parte desterrada da família nas férias, de inverno E verão. Então, são muitas memórias pra uma casa tão pequena!

Mas por que eu estou contando tudo isso? Porque na última quarta-feira a casa caiu. Literalmente. Depois de 20 anos fazendo parte da trajetória da família, nossa querida casinha foi abaixo, para dar lugar a outra, maior e melhor. E com ela foram junto muitas alegrias e tristezas, muitos altos e baixos, muitos sucessos e fracassos. E muitos corações apertadinhos…

Obrigada Casa da Lagoa. Foi muito bom enquanto durou!

Já plantei árvores, agora publiquei um livro

26 mar

<<primeiro, deixa eu ir ali pegar um espanador de pó pra tirar os paranhos que se instalaram por aqui>>

Agora vamos lá!

Plantar um filho, escrever uma árvore e ter um livro, não necessariamente nesta mesma ordem, dizem ser os itens indispensáveis para uma vida completa.

É isso mesmo?

Durante o Projeto Tocantins, tive uma série de oportunidades de plantar árvores. Não foram poucas as vezes que realizamos, ou participamos de, eventos que tinham como mote a plantação de árvores, então essa parte aí da sabedoria popular eu certamente já cumpri. Se por acaso restar alguma dúvida, está aí nossa Árvore da Felicidade que cresce sem parar desde junho do ano passado aqui no cantinho verde da casa, e um dia certamente vai parar em terra firme:

Se alguém tiver dúvidas, é aquela ali, maior de todas

Eu sempre tive pra mim que publicar um livro seria a parte mais difícil desse “plano de metas”. (Vamos combinar que fazer/ter um filho não é mistério pra ninguém, né?). Está certo que minha profissão é escrever, mas sempre imaginei que publicar um livro fosse algo super complexo, que envolveria ser escolhido/aceito por uma editora, horas e mais horas em frente a uma máquina de escrever computador, imprimir obrigatoriamente centenas ou milhares de exemplares, fazer um lançamento/coquetel/noite de autógrafos e obrigar a família e os amigos a comprar todos os livros para não sobrar nas prateleiras.

Mas daí que um belo dia, meu queridíssimo pai descobriu o tal do Clube de Autores e eu fiquei me perguntando como não inventaram isso antes? O Clube de Autores (e outros sites do gênero que acabamos descobrindo depois) é tipo a alforria dos escritores anônimos e amadores, a libertação de projetos engavetados, a personificação de bites e bites de textos arquivados em blogs.

Hoje em dia, qualquer um pode criar um blog e começar a escrever. Fazendo isso direitinho, pode ocasionalmente atrair leitores, que podem eventualmente transformarem-se em fãs. Leitores e fãs que, se tivessem a oportunidade, comprariam um livro publicado por aquele autor/escritor/blogueiro. E agora este pobre escrevinhador pode dar-se ao luxo de ver suas palavrar publicadas em papel. Simples e [quase] fácil como criar um perfil em uma dessas dezenas de redes sociais por aí. E ele pode ainda estipular um preço e receber um dinheirinho toda vez que alguém comprar um livro seu.

Tudo isso pra contar que não me fiz de rogada e entrei nessa também. Reuni todos os textos do Projeto Tocantins e fiz um livro. Simples assim! Fiz como um agrado para presentear grandes amigos que participaram integralmente do projeto, e que ganharam um espacinho especial na dediatória.

E se alguém mais quiser tirar a prova, pode ver aqui ó.

Vamos a la playa? De ônibus?

2 fev

Hoje* resolvi fazer algo diferente. Resolvi aproveitar um lindo dia de sol, e ir à praia tomar uns bons drink. Vamos comigo?

9h00:  Amanhece um lindo dia de sol e penso: voy a la playa!
9h30: Estava sem carro, portanto me arrumei calmamente – afinal, estava de férias – e saí de casa a pé rumo ao Terminal Integrado da Trindade (Titri)
9h40: chego ao Titri e procuro na plataforma os ônibus que possam me levar à praia mais próxima:

Praias do Sul
Para ir para alguma praia do Sul da Ilha, eu teria que pegar um ônibus para o Terminal do Rio Tavares (Tirio), de onde saem ônibus para todas as praias do Sul.
– Próximo Titri – Tirio: 13h40.
– Praias do Sul descartadas.

Praias do Leste
Para ir a alguma praia do Leste da Ilha, teria que pegar o Lagoa da Conceição até o Terminal da Lagoa (Tilag), e lá pegar o próximo ônibus rumo a uma das três praias (Barra da Lagoa, Joaquina e Mole)
– Próximo Lagoa da Conceição: 10h15.
– Praias do Leste são uma possibilidade a ser estudada.

Praias do Norte
Para ir para as praias do Norte da Ilha, teria que pegar um ônibus para os terminais de Santo Antônio de Lisboa (Tisan) ou Canasvieiras (Tican) e de lá pegar algum ônibus para as preias da região (infinitas).
– O próximo Canasvieiras saía às 9h50, porém dava uma volta por toda a Trindade antes de pegar a SC 401, rumo ao Norte. A seguir, sairia um ônibus para o Tisan, às 9h55, de onde eu poderia pegar um ônibus para Jurerê.
– Escolhida a praia de Jurerê.

9:55: Sai o ônibus para o Tisan
10h15: Chegamos ao Tisan e saio a procurar qual ônibus me levaria para Jurerê. Nesse meio-tempo sai do Terminal o último ônibus, um Daniela, e o Terminal fica vazio de ônibus.
– Descubro então que para ir a Jurerê devo pegar o próprio Daniela, que tinha acabado de sair.
– Próximo Daniela: 10h40.

10h40: Parte o ônibus rumo à praia da Daniela, com escala em Jurerê e Praia do Forte.

11h20: Chego à praia de Jurerê.

Tempo da viagem: 1 hora e 50 minutos
Distância entre a minha casa e a praia: 20 quilômetros
Tempo que levaria de carro: 20 minutos.

Tem algo errado em uma cidade turística, onde o turista tem pouquíssimas opções de transporte público para chegar às principais (talvez únicas?) opções de lazer no verão. Passear por Florianópolis a pé é um exercício de paciência, timing, sorte  bom humor. Paciência para esperar o(s) próximo(s) ônibus; timing para conseguir conciliar a chegada e a saída dos ônibus; sorte, que seu ônibus não atrase e você não perca a conexão entre as linhas;  e muito bom humor, afinal é só um passeio!

*Este post foi escrito em meados de janeiro, mas por alguma razão que envolve tempestades solares, sons extraordinários e férias do trabalho, só hoje lembrei de postar!

Ranchos de Amor à Ilha

13 jan

Se tem uma música que me emociona nessa vida é o Rancho de Amor à Ilha. Me arrepio todas as vezes que ouço, e me arrepiei com cada uma dessas versões aí embaixo.

Feliz 2012!

Sambaí

Dazaranha

Camerata

Pessoas!