Tô não tô

… e etc

Conserto de malas e bolsas Estúdio p/ ensaios Gravação de bandas Consultoria sobre discos voadores na Bíblia, etc.
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Tô não tô

São Paulo em 5: momentos

Hoje vou começar uma série sobre coisas que traduzem São Paulo pra mim. Para cada tema, vou criar uma lista com cinco coisas. Vamos lá!

Cinco momentos que marcaram São Paulo pra mim:

  1. O dia em que cheguei aqui com: 2 malas, 1 móvel desmontado de pano, 1 criado mudo, 2 cobertores, 1 travesseiro e 1 coração dividido,
  2. O dia em que levei 3 horas pra voltar de São Bernardo do Campo (que normalmente levava 35 minutos),
  3. O dia em que deixei meu sobrinho de 14 anos no portão do Estádio do Morumbi para assistir ao show do Metallica com outros 68 mil homens de preto,
  4. A Virada Cultural e o Geral do Azevedo cantando “Ai que saudade d’ocê“, e
  5. O dia em que fui assaltada.
Tô não tô

Sobre ficar doente em São Paulo

Ficar doente em São Paulo é uma coisa que eu não desejo pra ninguém, nem pro meu cliente mais fdp.

Esses dias eu precisei de atendimento médico. (Pai, mãe, nada grave, juro!)

Eu tinha três opções a escolher:

1. Esperar passar (ou piorar)

2. Marcar uma consulta pra daqui a 40 dias (com sorte)

3. Ir ao pronto-socorro de um hospital (boa sorte)

Optei por me aventurar na terceira opção, porque né. Não tava afim de ver uma infecção urinária virar pneumonia, como já aconteceu antes. E além do mais, não tinha nenhum compromisso pra segunda à noite… ou seja, todo tempo do mundo.

Mas olha, que aventura!

Primeiro que desisti do hospital 1 porque a espera pela consulta tava beirando 3h!

Daí, no pronto-socorro do hospital 2, o tempo de espera estava que era inversamente proporcional à duração da consulta. Uma hora de espera pela consulta, 5 minutos de consulta; duas horas de espera pelo resultado do exame, 3 minutos de consulta para o diagnóstico. Cheguei às 19h, saí às 23h.

Nesse meio tempo, o que entrou e saiu de gente mancando, criança ranhenta chorando, enfermeira passando… E eu só conseguia pensar numa coisa: acho bom isso aqui ser muito grave, pra fazer valer a empreitada!

Mas nem pra isso! Era coisa leve, o dr receitou antibiótico pra 3 dias e me despachou dali.

Agora tô pensando… acho que já vou marcar umas consultas com alguns médicos nos próximos 40 dias, 2 meses, pra garantir, vai que eu preciso… que tal?

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Um sucesso na culinária

Tenho que registrar aqui a minha conquista do dia: consegui fazer carne sozinha, e fazer ela ficar gostosa e macia!

Foi a primeira vez que consegui isso. Em todas as minhas tentativas anteriores, ficava dura ou chiclé. Carne, pra mim, só carne moída, que é garantia de sucesso!

Ainda não sei se a carne ficou macia porque eram uns bifes de maminha, ou talvez porque eu cortei em tirinhas, quem sabe porque eu só coloquei sal na hora de misturar com a cebola, ou se foi a técnica que eu aprendi ontem no filme Julie e Julia, de secar a carne com papel toalha antes de cozinhar (tá, ela fazia isso quando ia cozinhar carnes em pedaços grandes, mas na dúvida resolvi experimentar com a carne em tirinhas). Só sei que ficou um espetátulo!!

Vamos às provas:

Ps. 1: depois de cozinhar a carne, separei num pote e refoguei cebola e cenoura na panela suja de carne. Fica bom!

Ps. 2: Segundo namorado expert em lorotas culinárias, a carne em tirinhas tem mais chance de ficar macia porque quebra as fibras (urrum.)

Ps. 3: também descobri uma receita ótima de creme de milho, com leite sem lactose e sem creme de leite. Se quiserem, depois posto aqui.

Ps. 4: mais uma receita de sucesso entra para o LRTAD (o famoso livro de receitas testadas e aprovadas pela Deni)