Projeto Tocantins

Palm Springs – cidade do futuro

Eu já disse que Palm Springs é uma cidade à frente do seu tempo? Se não disse, então pensei. E a cada dia encontro mais provas.

Em setembro do ano passado, o G1 deu essa notícia:

Autoridades da cidade alemã de Bohmte chegaram a uma ousada conclusão sobre a melhor maneira de controlar o trânsito e aumentar a segurança nas ruas: a partir desta quarta-feira (12) todas as formas de controle de tráfego desaparecerão do centro da cidade. Semáforos e placas vão virar peça de museu.

Olha, Palm Springs nem é da União Européia e já adotou essa prática faz muito tempo!

Esse método foi aplicado pela primeira vez na Holanda, de onde, aliás, os palmspringsters copiaram outro hábito saudável de trânsito:

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Qualquer semelhança não deve ser mera coincidência…

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Velocidade Máxima

Inevitavel voltar de uma estada em Florianópolis sem fazer algumas comparações com relação ao modo de vida cidade grande versus cidade pequena. Desta vez, achei alguns pontos em comum.

Por exemplo: vagas de estacionamento.
Este é um grave problema de Florianópolis, no centro, na praia, no continente. Quando finalmente achamos uma vaga, descobrimos que ela já tem dono: o flanelinha. E ele cobra de 2 a 10 reais pra te emprestar a vaga por tempo indeterminado.

Em Palm Springs este problema também é muito sério. Na Avenida das Palmeiras, quando a gente acha que finalmente encontrou uma vaga, chega perto para estacionar descobre que ela jé tem dono: uma bicicleta. Que foi devidamente estacionada ali, apoiada no meio fio, ocupando quase o espaço de um carro. Eu, que não prezo muito pela estética na hora de estcionar, nem hesito muito e já deixo o carro lado a lado com as bicicletas (o que não é tarefa fácil, o risco de esbarrar numa delas é grande). O interessante é que normalmente as bici logo saem dali, o que deixa uma distância de quase 1 metro entre carro e meio-fio. Nem ligo.

Me estresso muito toda vez que tenho que estacionar na Av. das Palmeiras.
Outro grave problema das grandes cidades: O trânsito.

Em Florianópolis, como sempre em todos finais de ano, a velocidade máxima nas estradas raramente passava dos 40km/h, por causa do trânsito de turistas.

Já na Grande SS, a velocidade máxima não pode passar dos 40 km/h o ano inteiro, por causa do trânsito

de adultos que não usam a calçada nem por decreto
de crianças que acham que a rua é o quintal de casa
de cachorros que se acham no direito de dormir/caminhar/cruzar/se coçar no meio da rua
de galinhas atravessando a rua
de pintinhos seguindo as galinhas

O que torna a passagem por ali muito tensa.

Isso sem falar que qualquer velocidade acima de 30 km/h simplesmente não combina com a Grande SS.